PHISHING E FRAUDE · CIBERSEGURANÇA · 8 de setembro de 2026
AFA RISK SCORE
Atualização do gov.pt (02/09/2026): aumento de burlas por SMS/Email a imitar Chave Móvel Digital e Autenticação.Gov
A página oficial gov.pt foi atualizada em 02/09/2026 com alertas sobre tentativas de burla por SMS, email e chamadas que imitam a Chave Móvel Digital, Autenticação.Gov e outros serviços públicos. As mensagens fraudulentas usam domínios e remetentes enganosos para levar ao preenchimento de portais falsos e ao fornecimento de códigos PIN/OTP, expondo credenciais e autorizações.
IMPACTO PARA UMA PME
O que isto significa para a sua empresa
PME portuguesas que usam serviços públicos online (finanças, segurança social, guias de contratação pública) correm risco de perda de acesso a contas institucionais, fraude financeira e interrupção de processos administrativos críticos.
Quem pode estar afetado?
Empresas, gestores de PME, departamentos administrativos que utilizam gov.pt, Chave Móvel Digital e autenticação para serviços fiscais e da segurança social.
Porque é relevante para a empresa?
Possível usurpação de credenciais e códigos de autenticação, pagamentos indevidos, acesso não autorizado a dados fiscais/contratuais e necessidade de restauro administrativo e contacto com autoridades, com impacto operacional e reputacional.
O que deve fazer hoje
- Não clique em links de SMS/Email; confirme sempre o domínio (gov.pt ou autenticacao.gov.pt) e aceda aos portais apenas através de bookmarks oficiais.
- Exigir processos internos: não fornecer códigos CMD/OTP por telefone/email; instruir colaboradores para validar pedidos por um segundo canal (telefone oficial).
- Habilitar autenticação forte onde disponível e limitar privilégios administrativos nas contas que acedem a serviços públicos; rotinas de rotação de credenciais quando apropriado.
- Implementar formação curta e simulacros de phishing trimestrais para colaboradores administrativos e responsáveis de contabilidade; manter registo de incidentes.
- Bloquear e denunciar remetentes/fraudes às autoridades competentes (ARTE/linha Cidadão, GNR/PSP, Polícia Judiciária) e registar eventos no sistema interno de incidentes para resposta e reporte.
